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VEJA ABRE PRIMEIRA LOJA DA AMÉRICA LATINA EM SÃO PAULO

Vinte anos após sua fundação, e pouco mais de um ano depois de adotar no Brasil o nome que já utilizava globalmente, a VEJA dá mais um passo importante em sua trajetória no país e inaugura sua loja em São Paulo, a primeira na América Latina. Localizada na rua Oscar Freire, a loja tem um espaço de de 600m² e reafirma o compromisso da marca com o Brasil, onde os calçados são produzidos desde o início de sua história, utilizando matérias-primas nacionais.

“Para nós, é muito significativo o Brasil ter uma loja VEJA, pois o país é o coração da nossa marca. Nossos tênis são feitos por mãos brasileiras a partir de matérias-primas brasileiras. Depois que conseguimos trabalhar o nome VEJA no país, a nossa primeira loja aqui se tornou uma missão para nós”, afirma Leandro Miguel, diretor comercial Latam da VEJA.

Um diferencial da loja é o espaço para uma estação de sapateiro, com serviços dedicados à reparação e limpeza de tênis. Com a chegada da VEJA ao país, o projeto Limpar, Reparar e Coletar, que já existe nas lojas da marca em Paris, Bordeaux, Berlim, Madrid, Brooklyn e Londres, se expande. Desde o início da iniciativa, já foram reparados mais de 45.000 pares ao redor do mundo.

Para poder investir em um comércio justo, os idealizadores da VEJA decidiram, desde o início focar seus investimentos na cadeia produtiva, remunerando melhor os produtores de matérias-primas extraídas de maneira sustentável e os funcionários das fábricas, por exemplo.

“VEJA é um chamariz para olhar o que esta por trás dos produtos. Você vê um tênis na loja, mas por trás estão 2 mil famílias extrativistas em reservas do Acre, do Amazonas, de Rondônia. Tem famílias que vivem da agroecologia no Nordeste do Brasil. Tem famílias que criam gado no Uruguai com certificação orgânica. E tem as pessoas que trabalham nas fábricas”, explica Morillion.

Assinado pelo arquiteto e urbanista paulistano Roberto Somlo, o projeto da nova loja comunica um dos princípios da VEJA: a transparência. Refletida nas paredes com tijolos expostos, nas vigas visíveis e na fachada de vidro, que permite a entrada de luz natural e cria uma conexão fluida com a rua. “A loja VEJA em São Paulo é um encontro radical entre a história exposta e o modernismo paulistano, integrando a materialidade original do imóvel para mostrar um pouco da história de urbanização do bairro, com a premissa do movimento modernista na arquitetura paulista, que trabalha a ‘verdade dos materiais’, sem ornamentos ou disfarces”, explica o arquiteto.

Para celebrar este novo capítulo de sua história, a VEJA lança o tênis V-90 São Paulo Mon Amour, disponível exclusivamente na loja de São Paulo e no site da marca, uma edição limitada com 471 pares, para marcar os 471 anos da capital paulista celebrados em 2025. Com tons de cinza e preto que remetem à metrópole e detalhes em amarelo vibrante, que refletem sua alma multicultural, o modelo traz o número 011 como referência ao DDD paulistano.

O modelo é feito com couro 100% rastreável, proveniente de fazendas orgânicas localizadas no Rio Grande do Sul e no Uruguai, o que garante maleabilidade e maciez ao calçado. A palmilha é feita pela combinação de borracha amazônica, cana-de-açúcar, poliéster reciclado e algodão orgânico. A composição da sola tem borracha amazônica e borracha reciclada. O forro é feito de poliéster reciclado e os cadarços são de algodão orgânico.

Em 2004, os amigos franceses Sébastien Kopp e François-Ghislain, fundadores da VEJA, vieram ao Brasil com a ideia de reinventar o processo produtivo de um artigo icônico para sua geração: o tênis. A ideia era fazer, de modo diferente, cada etapa desse sistema de fabricação até o produto final. O objetivo não era somente criar um item de moda, e sim um tênis com impacto positivo.

A VEJA está à frente de todo desenvolvimento dos produtos, que usam algodão agroecológico do Nordeste do Brasil e do Peru, produzido pela agricultura familiar, a borracha nativa da Amazônia e couro do Rio Grande do Sul e do Uruguai, e de sua nova cadeia produtiva, inovadora no mercado, o PET, produzido a partir de garrafas pós-consumo e sem uso de água. Além disso, elaboram novos materiais e novas tecnologias em um processo de melhoria contínua e com visão global de negócio. A distribuição desses calçados no mercado brasileiro começou em 2013, ampliando a atuação da marca, já presente na Europa, Ásia e nos Estados Unidos.

Os tênis da VEJA são vendidos hoje em mais de 100 países. Esse é o resultado do trabalho de uma equipe de mais de 500 pessoas, que atua sem publicidade, sem estoque e sem investidores, e atende Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul, ampliando a presença em países como Argentina, Colômbia, Chile, Peru e
Uruguai.

A VEJA é, para além de uma marca, um projeto em constante transformação. Ciente dos limites e desafios existentes, ela reconhece que ainda há muito o que fazer, e segue compartilhando histórias, resultados e aprendizados, provando que um modelo de negócio justo é possível.

Fonte Ciclo Vivo

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